Severity: 8192
Message: explode(): Passing null to parameter #2 ($string) of type string is deprecated
Filename: views/noticia-aberta.php
Line Number: 15
Backtrace:
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/views/noticia-aberta.php
Line: 15
Function: explode
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/controllers/Noticias.php
Line: 128
Function: view
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/index.php
Line: 315
Function: require_once
A violência contra as mulheres é reconhecidamente uma violação dos direitos humanos e o Brasil é signatário de todos os tratados internacionais para redução e combate à violência de gênero. Mesmo assim, o tema não sai da pauta com a realidade apontando para outra direção. De acordo com o governo federal, até julho de 2022 foram mais de 31 mil denúncias de violência doméstica e familiar contra mulheres. Sem contar os casos em que não há notificação das agressões e os casos em que há mais de uma violação por trás de cada denúncia. A violação dos direitos humanos de mulheres pode ser física, sexual, moral, psicológica e patrimonial.
No Sala de Convidados de hoje (1/12), das 11h às 12h, a psicóloga Jaqueline Gomes de Jesus explica que as estatísticas não refletem a realidade e fala sobre a conjuntura histórica violenta para as mulheres, sobretudo para as mulheres negras, pobres e independente do sexo biológico. O programa traz, ainda, o livro “Eu Disse Não”, de Daniela Schanen, uma autobiografia sobre os abusos vividos durante 20 anos no casamento. E o trabalho em rede entre instituições e campanhas sociais no Maranhão que demonstram ser possível reverter os dados de feminicídio no país.
No estúdio, ao vivo, a apresentadora Yasmine Saboya conversa com a doutora em psicologia e professora na Universidade de Brasília (UnB), Valeska Zanello; a assistente social e coordenadora do Setor de Atividades Especiais Espaço Mulher (SAEEM) do Hospital Municipal Clementino Moura, em São Luís (MA), Silvia Cristina Leite; e a psicóloga do Núcleo de Defesa dos Direitos da Mulher Vítima de Violência (NUDEM) da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, Pamela Rossy.
Você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
www.facebook.com/canalsaudeoficial
www.instagram.com/canalsaudeoficial
www.youtube.com/canalsaudeoficial
Mais informações: (21) 99701-8122 (WhatsApp); canal@fiocruz.br