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Velhice não é Doença é o tema do Sala de Convidados

Notícias

Velhice não é Doença é o tema do Sala de Convidados [28/06/2023]



O assunto do programa desta quinta (29) parece óbvio. Só que infelizmente não é. Em 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estava decidida a substituir o termo “senilidade” por “velhice” na 11ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID). Com esse novo código, a velhice passaria a ser reconhecida como doença e necessitaria de tratamento. Isso mudaria completamente o sentido da expressão, que, em realidade, diz respeito a um processo de vida.  

A decisão recebeu muitas críticas da sociedade civil e a OMS recuou adotando o termo “declínio da capacidade intrínseca associado ao envelhecimento”. O nome pode ainda não ser o adequado, mas é melhor do que tornar oficial o equívoco conceitual em torno da velhice. 

Já são muitos os preconceitos sofridos pela pessoa idosa. O chamado etarismo é uma realidade global que pode reduzir a qualidade de vida dessa população, que sofre física e mentalmente com isso. Isolamento social, solidão, capacidade subestimada, discriminação no local de trabalho e em espaços acadêmicos são apenas alguns exemplos.

Hoje, as pessoas idosas representam uma grande parcela da população no Brasil e no mundo. A realidade demográfica vem mudando há décadas, muito provavelmente pela diminuição das taxas de fertilidade e por hábitos voltados para o bem-estar. No Brasil, a média de vida passou de 45 para 75 anos, aproximadamente, ao longo de oito décadas. 

Esse é um dado que reforça ainda mais a necessidade de voltar a atenção à parcela da população na faixa etária correspondente à velhice. Segundo a OMS, são classificados como idosos pessoas com mais de 65 anos em países desenvolvidos e com mais de 60 anos nos países em desenvolvimento. 

O debate no Sala de Convidados é ao vivo, nesta quinta-feira (29/6), das 11h às 12h. A apresentadora Yasmine Saboya vai conversar com a professora da Universidade de São Paulo (USP) e integrante do GT Envelhecimento e Saúde Coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Marília Louvison; a psicóloga, sanitarista e integrante do GT Envelhecimento Saudável e Participativo da Universidade de Brasília (UnB), Maria Cristina Hoffmann; e o pesquisador do Grupo de Informação em Saúde e Envelhecimento (GISE) do Laboratório de Informação em Saúde (LIS), do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT), da Fiocruz, Jonathan Freitas.

E você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o programa ao vivo.

Dica importante

Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.

Sobre o Sala de Convidados

Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.

Como assistir 

Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.

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