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Todo profissional que atue em instituições de saúde é compreendido como trabalhador da saúde. Mas tem os que trabalham na linha de frente, como médicos, enfermeiros, trabalhadores e trabalhadoras da saúde de nível técnico e auxiliar. Esse grupo de profissionais da saúde esteve destacado durante toda pandemia do novo coronavírus pelo comprometimento em salvar vidas e o extenuante trabalho ao qual foi submetido para tentar combater a ação desse vírus, até então desconhecido. Foram, inclusive, chamados de heróis.
A conta chegou e o preço pago pela situação extremada vivida pelos profissionais da linha de frente foi alto. Principalmente pelos técnicos e auxiliares, considerados invisibilizados pelo sistema. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizou um estudo inédito que analisou as condições de vida, o cotidiano do trabalho e a saúde mental desses trabalhadores. O resultado da pesquisa “Os trabalhadores invisíveis da Saúde: condições de trabalho e saúde mental no contexto da Covid-19 no Brasil” revelou que 80% deles vivem situação de desgaste profissional relacionado ao estresse psicológico, à sensação de ansiedade e ao esgotamento mental.
Além da sobrecarga de trabalho e falta de apoio institucional a esses trabalhadores, há ainda a desvalorização nas relações trabalhistas, com salários díspares de acordo com o município, estado e a rede privada. Nesse sentido, a Câmara dos Deputados acaba de aprovar o texto da Proposta de Emenda à Constituição 11/2022, que estabelece um piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras. A lei ainda precisa ser aprovada pelo Executivo, mas a aprovação do texto já é considerada um passo para o reconhecimento desses profissionais.
No Sala de Convidados, desta quinta-feira (14/7), das 11h às 12h, a realidade dos trabalhadores da saúde será apresentada através de depoimentos e dados nos dois blocos de matéria. E no estúdio, o apresentador Renato Farias vai conversar, ao vivo e a distância, com o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e membro titular da Comissão Intersetorial de RH e Relações de Trabalho (CIRHRT), Alcindo Ferla; a pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) e do Centro de Estudos Estratégicos (CEE/Fiocruz), Maria Helena Machado; e o vice-presidente do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), Antônio Marcos Freire.
E você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais, pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122 e pelo 0800 701 8122 (ligação gratuita). As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
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