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Sangue seco é alternativa para o diagnóstico da hepatite B
Com o método de análise de sangue seco, são coletadas três gotas de sangue capilar (bastante superficial, dispensando o uso de seringas) a partir de punção no dedo do paciente, usando apenas uma agulha. Leia mais
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Cientistas do Laboratório de Hepatites Virais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) propõem uma nova abordagem para o diagnóstico da hepatite B (HVB). Ao invés de exames convencionais, realizados a partir de amostras de soro ou de plasma sanguíneo - colhidos através da punção venosa do sangue dos pacientes -, os pesquisadores afirmaram ser possível fazer a identificação da doença através da análise de amostras de sangue seco.
Esta é uma boa notícia para quem não gosta de tirar sangue. Mas, além disso, a novidade facilita a detecção da hepatite B em áreas de difícil acesso, já que nesses locais, o método de detecção tradicional é - muitas vezes - inviável, uma vez que exige equipamentos de laboratórios especializados e técnicos capacitados para coleta de sangue, além da necessidade de transporte das amostras até laboratórios de análise. A proposta também se mostrou eficaz, mais barata e de maior aplicabilidade em contextos de recursos limitados.
Com o método de análise de sangue seco, são coletadas três gotas de sangue capilar (bastante superficial, dispensando o uso de seringas) a partir de punção no dedo do paciente, usando apenas uma agulha. O papel filtro (já utilizado em outros tipos de exame, como o teste do pezinho, por exemplo) é usado como base para a amostra, o que elimina a necessidade de refrigeração e facilita o transporte, combinado ao método comercial de Elisa, teste imunoenzimático utilizado na maioria dos laboratórios de diagnóstico, que permite a detecção no plasma sanguíneo de anticorpos específicos para agentes patogênicos.
"São coletadas três gotas de sangue capilar a partir da punção digital do dedo do paciente, usando-se apenas uma agulha. O método é simples, semelhante aos testes de medição de glicose. A gota de sangue do dedo é pressionada no papel de filtro. O material passa por um processo de diluição para que o sangue fixado seja retirado do papel de filtro sendo, então, submetido ao método de Elisa", explica a pesquisadora do Laboratório de Hepatites Virais do IOC Lívia Melo Villar.
A hepatite B é transmitida pelo contato com sangue ou secreções corporais contaminadas pelo vírus. Assim, transfusões de sangue, relações sexuais sem camisinha e compartilhamento de agulhas, seringas e objetos perfurocortantes são as principais formas de contaminação. Mães portadoras podem contaminar seus filhos durante a gestação, parto e, em casos muito raros, amamentação. Segundo dados do Ministério da Saúde, infecção pelo vírus da hepatite B (HVB) é a segunda causa de hepatites virais no Brasil.
Tina Szabados, com informações da Agência Fiocruz de Notícias
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