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O raciocínio deveria ser lógico: quem tem mais, paga mais. Quem tem menos, paga menos. Mas não é assim que funciona o Sistema Tributário Brasileiro (STB). A predominância dos tributos no Brasil é maior sobre o consumo do que sobre a renda e o patrimônio, ambos com baixa tributação, logo, proporcionalmente, pessoas que recebem menos têm uma carga tributária de quase o dobro das que concentram a maior renda do país. De forma simplificada, porém direta, o custo de um saco de arroz e de feijão no mercado não é o mesmo para todos.
Especialistas dizem ser uma falácia a afirmação de que a carga tributária no Brasil é alta. Ela corresponde a 33% do Produto Interno Bruto (PIB), índice semelhante ao de países que também oferecem educação e saúde gratuitas à população. O que ocorre é que a carga é alta demais para pessoas pobres e não é sentida por quem detém a riqueza no país. Uma reforma tributária que contemple a redução dos tributos do consumo e a elevação deles sobre a renda e o patrimônio poderia ajustar a questão da proporcionalidade, sem alterar a carga tributária total do Brasil. Se isso não acontecer, enquanto houver interesse em isentar poucos, a desigualdade será perpetuada e sentida pela maioria de quem vive no país.
O Sala de Convidados foi às ruas ouvir o que as pessoas têm a falar sobre a alta dos preços, sempre que governo sente a crise econômica, e o que elas sabem a respeito dos tributos que pagam em suas necessidades de consumo.
O programa é nesta quinta-feira (9/9), das 11h às 12h. A apresentadora Yasmine Saboya recebe para debater o tema, ao vivo e a distância, o reitor e professor de Direito Financeiro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ricardo Lodi; o professor de Economia da UERJ e coordenador da Rede Pró-Rio, Bruno Sobral; e o professor do Departamento de Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Ricardo Ismael.
Você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
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