Severity: 8192
Message: explode(): Passing null to parameter #2 ($string) of type string is deprecated
Filename: views/noticia-aberta.php
Line Number: 15
Backtrace:
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/views/noticia-aberta.php
Line: 15
Function: explode
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/controllers/Noticias.php
Line: 128
Function: view
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/index.php
Line: 315
Function: require_once
O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), completou cinco anos em novembro desse ano. Mortes, desalojamentos, perda da fonte de renda, contaminação da bacia do Rio Doce e impacto, até hoje, na saúde da população afetada são resultados do maior desastre socioambiental do país. O que se espera, depois de todo esse tempo, é o reassentamento e a indenização justa das pessoas, a recuperação ambiental e a condenação dos responsáveis pela tragédia.
O que se espera também é maior rigor para o funcionamento de barragens no país. Poucos anos depois, em janeiro de 2019, outro município de Minas Gerais, Brumadinho, viveu a agonia do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão. Cenas dramáticas eram assistidas novamente, com mais mortes dessa vez.
De Mariana para cá, o que avançou e o que não foi cumprido do acordo entre a Justiça e os responsáveis pelo desastre? O Sala de Convidados vai trazer reportagens atualizando o cenário das localidades afetadas no distrito de Mariana e a realidade de quem teve sua vida atingida diretamente pela tragédia.
Assista ao programa ao vivo nesta quinta-feira (17/12), das 11h às 12h, com a participação remota da coordenadora do Laboratório de Educação Ambiental e Pesquisas da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Dulce Maria Pereira; do coordenador nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Heider Boza; e do procurador federal do Espírito Santos, Paulo Trazzi.
E você também é nosso convidado. Envie perguntas e comentários, com antecedência ou durante o programa, através das redes sociais ou pelo WhatsApp do Canal Saúde. As respostas serão dadas ao vivo. Não perca!
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
www.facebook.com/canalsaudeoficial
www.instagram.com/canalsaudeoficial
www.youtube.com/canalsaudeoficial
Mais informações: (21) 99701-8122 (WhatsApp); canal@fiocruz.br