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Rio 2016: porta-voz da OMS fala à Rádio ONU sobre orientações de saúde

Notícias

Rio 2016: porta-voz da OMS fala à Rádio ONU sobre orientações de saúde [03/08/2016]



Rio 2016: porta-voz da OMS fala à Rádio ONU sobre orientações de saúde
Do Rio de Janeiro, Nyka Alexander falou sobre o vírus zika, vacinação e cuidados para evitar desidratação, entre outros tópicos
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A porta-voz da Organização Mundial da Saúde, OMS, Nyka Alexander, lembrou o pedido do Brasil para que pessoas viajando para as Olimpíadas estejam com sua vacinação de rotina em dia.
 
Alexander citou vacinas contra sarampo e rubéola para que os visitantes não "importem estas doenças de volta ao Brasil". Segundo ela, o país fez um "trabalho muito bom" em eliminar surtos das duas.
 
Informação
 
A porta-voz da OMS mencionou a preocupação de viajantes com o que "podem pegar" que "às vezes esquecem o que podem transmitir".
 
Alexander destacou ser muito importante que as pessoas se informem.
 
Desidratação
 
Ela afirmou que, segundo experiências de Jogos anteriores, "o maior perigo é desidratação e insolação". Nyka Alexander ressaltou a importância de as pessoas usarem filtros solares, chapéus e beberem água.
 
De acordo com a porta-voz, doenças transmitidas por alimentos também são outro problema quando pessoas viajam, pois elas estão diante de bactérias diferentes das que estão expostas em seus países.
 
Zika
 
Em relação à zika, Alexander lembrou que a OMS recomenda que grávidas não viajem a nenhuma área onde o vírus zika esteja circulando.
 
O vírus é propagado principalmente por mosquitos, mas a transmissão sexual tem sido cada vez mais documentada.
 
Segundo a porta-voz, ao retornarem a seus países, pessoas que estiveram em locais com transmissão de zika devem tomar precauções para que se tiverem contraído a doença, mesmo sem saber, não passem o vírus para outras pessoas.
 
Entre as medidas, a porta-voz citou o uso de repelentes. Outras recomendações da OMS incluem orientar viajantes a praticar sexo seguro ou abstenção durante sua estadia no Brasil ou em outras áreas com transmissão do vírus por pelo menos oito semanas após o retorno.
 
Se homens apresentarem os sintomas da doença, devem praticar sexo seguro ou se abster por pelo menos seis meses.
 
Laura Gelbert