Severity: 8192
Message: explode(): Passing null to parameter #2 ($string) of type string is deprecated
Filename: views/noticia-aberta.php
Line Number: 15
Backtrace:
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/views/noticia-aberta.php
Line: 15
Function: explode
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/controllers/Noticias.php
Line: 128
Function: view
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/index.php
Line: 315
Function: require_once
Resíduo sólido é “todo material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade”, como define uma das mais importantes legislações ambientais do Brasil. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é uma lei federal (Lei nº 12.305), sancionada em 2010, para reduzir a quantidade de lixo sólido e semissólido despejados em aterros e lixões. Por meio dela, é exigida transparência de setores privados e públicos quanto ao gerenciamento de seus resíduos, uma das formas de organizar como o país lida com o lixo.
Onze anos depois da criação da PNRS, alguns dados demonstram o panorama dos resíduos sólidos no Brasil. A geração de Resíduo Sólido Urbano (RSU) no país cresceu 19% na última década, passando para 79 milhões de toneladas por ano. A região Sudeste continua liderando a geração de resíduo em âmbito nacional com 49,88%. O resíduo per capita também aumentou de 348 kg/ano para 379 kg/ano, ou seja, 9% a mais.
Os dados são da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE). Os números mostram ainda que a quantidade de resíduos que seguem para locais inadequados está maior, e isso pode ser explicado pelo número incipiente de municípios que adotam a coleta seletiva. Como consequência, o índice de reciclagem se mantém a um nível inferior a 4% na média nacional.
Como esses dados impactam a vida da população? O que se pode esperar daqui a 10, 20, 30 anos? Para conversar sobre o tema, a apresentadora Yasmine Saboya recebe, ao vivo e a distância, o professor e pesquisador da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV), Alexandre Pessoa; o engenheiro agrônomo e mestre em Agroecossistemas, Marcos José de Abreu; e a integrante do Coletivo Roots Ativa, Alice Silva.
O programa é nesta quinta-feira (12/8), das 11h às 12h. E você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
www.facebook.com/canalsaudeoficial
www.instagram.com/canalsaudeoficial
www.youtube.com/canalsaudeoficial
Mais informações: (21) 99701-8122 (WhatsApp); canal@fiocruz.br