Severity: 8192
Message: explode(): Passing null to parameter #2 ($string) of type string is deprecated
Filename: views/noticia-aberta.php
Line Number: 15
Backtrace:
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/views/noticia-aberta.php
Line: 15
Function: explode
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/controllers/Noticias.php
Line: 128
Function: view
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/index.php
Line: 315
Function: require_once
As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde – PICS são abordagens terapêuticas que se baseiam em uma visão abrangente do ser humano e dos processos da doença. São práticas que geram dúvidas e dividem opiniões sob o argumento de que não há evidência científica que comprove seus resultados. Mas sobre isso há controvérsia.
Segundo o consultor nacional de Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Rafael Dall Aba, existem evidências publicadas, com milhares de estudos, que comprovam a efetividade dessas práticas. Ele defende que as metodologias devem ser ampliadas e inovadas, pois a metodologia científica não se aplica às PICS. O que traz comprovação, quando a abordagem se baseia em conhecimentos tradicionais e experiências de diferentes culturas, são os impactos das práticas na ponta dos serviços de saúde. Rafael é um dos entrevistados do Sala de Convidados desta semana.
Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI) é o nome dado às PICS pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). As MTCI são reconhecidas e recomendadas pela OMS e OPAS para todos os sistemas de saúde no mundo. Em alguns países, esse é o principal modelo de cuidado à saúde oferecido à população. Em outros, ele é adotado como um sistema complementar ao convencional.
É o caso do Brasil, que acabou se tornando referência mundial. As PICS foram incorporadas ao Sistema Único de Saúde por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PNPIC), em 2006. São 29 procedimentos disponibilizados à população, de forma integral e gratuita em mais de 50% dos municípios, em todos os níveis da Rede de Atenção à Saúde, principalmente na Atenção Básica.
Homeopatia, ayurveda, medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica (consideradas práticas validadas), acupuntura, arteterapia, aromaterapia, florais, yoga, Reiki, constelação familiar, meditação, são algumas das práticas e terapias aplicadas que vêm ajudando a aliviar dor e sofrimento, além de promover o autocuidado.
O debate no Sala de Convidados será nesta quinta-feira (23/11), ao vivo, das 11h às 12h. A apresentadora Yasmine Saboya conversa com o assessor técnico do Departamento de Gestão do Cuidado Integral do Ministério da Saúde, Daniel Amado; o médico e doutor em Ayurveda, Matheus Macedo; e a médica antroposófica e representante da RedePICS Brasil, Iracema Benevides.
E você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o programa ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis).
www.facebook.com/canalsaudeoficial
www.instagram.com/canalsaudeoficial
www.youtube.com/canalsaudeoficial
Mais informações: (21) 99701-8122 (WhatsApp); canal@fiocruz.br