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Populações vulneráveis na pandemia é o tema do Sala de Convidados. Quinta-feira (27/8), ao vivo, às 11h, no Canal Saúde

Notícias

Populações vulneráveis na pandemia é o tema do Sala de Convidados. Quinta-feira (27/8), ao vivo, às 11h, no Canal Saúde [26/08/2020]



O conceito de população vulnerável está relacionado à pobreza e à má distribuição de renda, afetando a saúde e a vida de alguns grupos populacionais. Em linhas gerais, é disso que se trata, mas, claramente, a situação envolve uma complexidade de fatores que perpassam pela falta de saneamento básico, de políticas públicas, pelo descaso e abandono do poder público. E aí, somos atravessados por uma pandemia, que expõe ainda mais as desigualdades sociais. O novo coronavírus (Sars-CoV-2) e a Covid-19 não criaram essa realidade. O vírus e a doença provocada por ele tornaram o enfrentamento dessa realidade constante ainda mais penoso e elevaram o nível de vulnerabilidade dessas populações.

De que grupos estamos nos referindo? Indígenas, moradores de favelas, refugiados, pessoas privadas de liberdade, em situação de rua, idosos, quilombolas, entre outras populações que têm seus direitos violados e a dignidade esmagada todos os dias, por séculos. O Brasil tem uma escassez de dados sobre esses grupos populacionais. Além de questões estruturais, a falta de um mapeamento bem feito do quadro da desigualdade dificulta ainda mais o desenvolvimento de estratégias sociais. 

O Sala de Convidados desta quinta-feira, 27/8, das 11h às 12h, vai tratar, especificamente, de dois desses grupos: os quilombolas e moradores de favelas. Mostrará o que organizações sociais, coletivos e as próprias pessoas estão fazendo para o combate da pandemia. Projetos, ações voluntárias, doações, editais públicos, são algumas iniciativas que vêm ajudando grupos vulneráveis em diferentes frentes como monitorar os casos de Covid-19, com o observatório QUILOMBOSEMCOVID19, criado pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) com o Instituto Socioambiental; o Conexão Saúde, coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nas comunidades da Maré e de Manguinhos, para testagem, rastreamento de contatos com infectados e consultas com profissionais de saúde por meio de telemedicina; e o Se liga no Corona, projeto de disseminação de informações confiáveis desenvolvido pela favela da Maré em parceira com a Fiocruz. São exemplos de algumas iniciativas das muitas pelo Brasil afora. 

A apresentadora Yasmine Saboya conversará sobre o tema, ao vivo e a distância, com o coordenador de Governança e Gestão do Observatório de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Bocaina (OTSS) e pesquisador do Laboratório de Geo-Hidroecologia e Gestão de Riscos (Geoheco) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Leonardo Feitas; o coordenador geral do Fórum de Comunidades Tradicionais de Angra dos Reis, Paraty e Ubatuba (FCT) e coordenador do OTSS, Vagner do Nascimento; e a coordenadora da Redes da Maré, Luna Arouca.

Você também é nosso convidado. Participe do debate enviando perguntas e comentários antecipados ou no próprio dia, durante o programa. 

Dicas importantes

O programa mudou para às quintas-feiras, mas continua ao vivo no mesmo horário, das 11h às 12h. Outra mudança importante é para quem assiste por meio de antena parabólica. O Canal Saúde está em nova frequência, 4085 e com novo symbol rate, 4400. É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.

Sobre o Sala de Convidados

Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.

Como assistir 

Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.

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Mais informações: (21) 99701-8122 (WhatsApp); canal@fiocruz.br