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As regras de definição e aplicação de reajuste são diferentes entre planos de saúde individuais e coletivos (por adesão e empresariais), mesmo que ambos sejam regulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Para este ano, a projeção da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) é de um aumento nos planos individuais de 16% a 18%, o maior até hoje depois dos 13,5% em 2016.
O relativo alívio sentido pelas pessoas nos últimos anos está ameaçado novamente. A ANS, em decorrência da pandemia de covid-19, havia recuado no reajuste dessa categoria de plano em setembro de 2020 e adotado um percentual negativo de maio de 2021 a abril de 2022. Já os planos coletivos não foram obrigados a adotar essas regras por serem regidos por contrato, em que o reajuste fica a cargo da negociação entre empresa contratante e a operadora. No entanto, a projeção de aumento recorde inclui os empresarias e por adesão também.
Alguns fatores podem influenciar esta alta, como aumento no preço de medicamentos e insumos médicos, incorporação de novas coberturas obrigatórias, retomada de procedimentos eletivos e impacto de tratamentos para Covid.
Diante de um cenário com o efeito da inflação nos diversos setores de atividade econômica no Brasil e o reflexo econômico-social que piorou com a pandemia, quem ainda conseguia pagar um plano de saúde precisou abrir mão. A reportagem do Sala de Convidados foi à rua saber como as pessoas estão lidando com a assistência médica no momento.
Ainda no programa, a apresentadora Yasmine Saboya conversa ao vivo e a distância, nesta quinta-feira (5/5), das 11h às 12h, com a advogada, especialista em Saúde e conselheira nacional de saúde, Ana Carolina Navarrete; o economista, doutor em Políticas Públicas e professor de Economia da Saúde da Universidade Federal de Goiás (UFG), Rodrigo Mendes; e a médica, doutora em Saúde Pública e professora do Programa de Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), Maria Angélica Borges.
Você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
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