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A energia renovável é uma fonte limpa, inesgotável e, por isso, sustentável. Uma saída para o desenvolvimento econômico preservando o meio ambiente, desde que a região tenha condições climáticas que favoreçam a exploração de recursos naturais. No entanto, não basta implementar fontes renováveis sem a preocupação de estudar o território e cuidar das pessoas que ali vivem. No Sala de Convidados desta quinta (29/9), vamos entender como funcionam os parques eólicos e os impactos sofridos com eles pela população do semiárido nordestino.
A energia eólica é uma energia renovável produzida com a força do vento, que movimenta grandes turbinas (aerogeradores). Ela é produzida no Brasil através da criação de parques para comportar muitos desses aparelhos, o que resulta em poluição sonora que afeta os moradores dos arredores, entre outros malefícios. Em uma das matérias do programa do Canal Saúde, há relatos de pessoas que têm o sono e a saúde prejudicados pelo barulho constante das pás rotatórias dos aerogeradores. São equipamentos grandes que também modificam a paisagem, além de necessitarem de uma extensão considerável de terra, fruto de aquisições ou contratos de arrendamento, e de base firme, que altera o solo.
A energia em si oferece vantagens e algumas condições trazem desvantagens. Um desafio destacado no Sala de Convidados é o modelo de produção centralizado, em que grandes parques visam atender o comércio, distribuindo a energia para fora da área em que é produzida. O modelo poderia ser descentralizado beneficiando a população local.
A apresentadora Yasmine Saboya vai conversar sobre o tema, ao vivo e a distância, nesta quinta-feira (29/9), das 11h às 12h, com a agricultora da Reforma Agrária e coordenadora do Polo da Borborema e da Marcha Pela Vida das Mulheres e da Agroecologia, Roselita Victor; o advogado popular e membro do Centro de Ação Cultural/PB CENTRAC, Claudionor Vital; e a mestre em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CPDA/UFRRJ) e especialista em Justiça Climática na ActionAid, Jessica Siviero.
E você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais, pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122 e pelo 0800 701 8122 (ligação gratuita). As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, a frequência do Canal Saúde é 4085 e o symbol rate 4400. É necessário ajustar o receptor da parabólica nessas configurações para sintonizar o canal.
Mais informações: (21) 99701-8122 (WhatsApp); canal@fiocruz.br