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OMS quer mais impostos para combater epidemia do tabaco

Notícias

OMS quer mais impostos para combater epidemia do tabaco [08/07/2015]



OMS quer mais impostos para combater epidemia do tabaco
Doenças derivadas do tabaco matam 6 milhões de pessoas por ano
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A Organização Mundial da Saúde, OMS, quer que os governos aumentem os impostos sobre os produtos derivados do tabaco.
 
O pedido consta do relatório sobre a Epidemia Global do Tabaco 2015, lançado esta terça-feira (7).
 
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirmou que "aumentar as taxas sobre o tabaco é uma das formas mais eficazes para se reduzir o consumo de produtos que matam e ainda gerando uma fonte de renda significativa".
 
Chan quer que os governos analisem as evidências e não os argumentos da indústria do fumo, e adotem uma das melhores políticas disponíveis para a saúde.
 
O diretor do departamento de Doenças Crônicas da organização, Douglas Bettcher, afirmou que os altos impostos e preços.
 
Bettcher disse que esses são métodos comprovados para reduzir o consumo e fazer com que as pessoas deixem de fumar.
 
Segundo o relatório, o imposto sobre o tabaco pode servir como importante fonte de financiamento para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável pós-2015.
 
As doenças relacionadas ao fumo representam uma das maiores ameaças à saúde pública que o mundo enfrenta. Aproximadamente uma pessoa morre de doenças causadas pelo tabaco a cada seis segundos, o que equivale a 6 milhões por ano.
 
A OMS prevê que esse número suba para mais de 8 milhões até 2030, a menos que os governos adotem medidas fortes para controlar a epidemia.
 
O consumo dos produtos derivados do tabaco é um dos quatro principais fatores de risco por trás da epidemia global de doenças crônicas, que inclui câncer, doenças cardiovasculares e dos pulmões e diabetes.
 
Em 2012, essas doenças mataram 16 milhões de pessoas prematuramente, antes dos 70 anos, com mais de 80% dos óbitos registrados em países de média e baixa rendas.
 
O relatório mostra que apenas 33 países impõem impostos que chegam a 75% do preço do maço do cigarro, mas muitos outros aplicam taxas muito baixas ou não aplicam nenhum imposto especial.
 
A Convenção Quadro da OMS sobre o Controle do Tabaco, Fctc, determina a implementação de seis medidas para reduzir o consumo, entre elas estão políticas de prevenção e para monitorar o uso dos produtos e proteger as pessoas da fumaça.
 
Além disso, os governos devem oferecer ajuda para quem quiser largar o vício, alertar a população sobre os perigos do tabaco, proibir comerciais e promoção de cigarros e aumentar os impostos.
 
Segundo a OMS, o Brasil é um dos países que implementou todas ou quase todas as medidas sugeridas pela Fctc, junto com o Irã, Madagascar, Nova Zelândia, Panamá, Turquia e Uruguai.
 
Edgard Júnior
 
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