A PHP Error was encountered

Severity: 8192

Message: explode(): Passing null to parameter #2 ($string) of type string is deprecated

Filename: views/noticia-aberta.php

Line Number: 15

Backtrace:

File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/views/noticia-aberta.php
Line: 15
Function: explode

File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/controllers/Noticias.php
Line: 128
Function: view

File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/index.php
Line: 315
Function: require_once

OMS diz que 50 milhões sofrem de epilepsia no mundo

Notícias

OMS diz que 50 milhões sofrem de epilepsia no mundo [14/02/2017]



OMS diz que 50 milhões sofrem de epilepsia no mundo
A epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro
__________________________________
 
A Organização Mundial da Saúde afirmou que aproximadamente 50 milhões de pessoas sofrem de epilepsia no mundo.
 
Segundo a agência da ONU, a epilepsia é uma uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, caracterizada por convulsões. A proporção estimada da população com a doença é de 4 a 10 indivíduos para cada grupo de mil pessoas.
 
Informação
 
Uma iniciativa criada em 1997, colocou junto a OMS e parceiros na campanha global "Fora das Sombras". O objetivo é fornecer ao cidadão comum mais informação e chamar a atenção para a doença neurológica.
 
A OMS afirmou que 80% das pessoas com epilepsia vivem em países de média e baixa rendas e 75% dos doentes nessas regiões não recebem o tratamento que precisam.
 
A agência da ONU disse que, quando medicados, a maioria dos pacientes responde de forma positiva aos tratamentos.
 
Discriminação
 
Em várias partes do mundo, além de sofrerem com o problema de saúde, as pessoas com epilepsia e suas famílias acabam lidando também com estigma e discriminação.
 
Segundo os especialistas, são registrados 2,4 milhões de casos de epilepsia todos os anos no mundo inteiro. Nos países ricos, são diagnosticados entre 30 e 50 casos para cada mil habitantes, já nas nações mais pobres, esse número pode dobrar.
 
Edgard Júnior