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O que se ouvia dizer depois que a variante Ômicron surgiu no final de 2021 é que seria a virada da covid-19 para uma gripe mais branda e que possivelmente todos iriam pegar e ficar bem, principalmente com a cobertura vacinal em ascensão. A ideia de que a pandemia estaria se transformando em endemia ocupava as linhas divulgadas pela mídia. Mas logo no início de 2022, houve novas cepas da Ômicron e a contaminação simultânea pela variante Delta acarretando o aumento de casos, óbitos e ocupação de leitos. A situação voltou a preocupar o mundo, que contabilizou em 24 horas três milhões de contaminações. E nas últimas semanas uma trégua vem sendo anunciada. Mas afinal, a pandemia de covid-19 está acabando?
A crise sanitária vivenciada no mundo está prestes a completar dois anos em 11 de março. Nessa mesma data em 2020, o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom anunciava a mudança de classificação da contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) para pandemia, por sua rápida disseminação geográfica. De lá para cá, houve a primeira onda de transmissão, a segunda, as medidas não-farmacológicas, as vacinas e a variante Ômicron, com maior capacidade de propagação – estima-se cerca de 70 vezes maior do que outras variantes -, porém menos agressiva, segundo alguns pesquisadores.
O fato é que a letalidade da Covid-19 caiu para 0,3% contra os 2% a 3% nas primeiras ondas, como destaca a retrospectiva dos dois últimos anos do Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz. Não se pode atestar, contudo, que essa queda seja fruto de uma variante menos agressiva ou se foi a vacinação que tornou as pessoas menos suscetíveis à contaminação.
O Sala de Convidados traz o assunto para o debate nesta quinta-feira (10/3), ao vivo, das 11h às 12h. A apresentadora Yasmine Saboya conversa no dia com o coordenador do Observatório Covid-19 Fiocruz, Carlos Machado; o infectologista, pesquisador da Fiocruz Mato Grosso do Sul e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), Júlio Croda; e a médica pediatra, professora de Saúde Coletiva e Gestão em Saúde da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), Laura Schiesari.
Você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
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