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Nova chefe da área de medicamentos da OMS quer mais acesso a remédios
A médica brasileira Mariângela Simão, que também ficará encarregada de vacinas e produtos farmacêuticos defende mais políticas públicas e parcerias para atender aos pacientes que precisam
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Uma nova parceria com políticas públicas e vontade política de tornar os medicamentos acessíveis a quem precisa. Esta é a proposta da nova diretora-geral assistente para Acesso a Medicamentos, Vacinas e Produtos Farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde, OMS.
Mariângela Simão deve assumir o posto em 1º de novembro, após passar vários anos trabalhando no Programa Conjunto sobre HIV/Aids, Unaids.
Propriedade intelectual
Ela conversou com a ONU News, de Genebra, na Suíça. Segundo a médica, é possível alcançar mais acesso a medicamentos com uma parceria bem delineada.
"Isso pode se dar de diversas formas. Pode se dar dentro dos mecanismos internacionais de acordo, que se chama Acordo Trips. Que é o acordo do comércio em relação à propriedade intelectual e saúde pública. Tem, por exemplo, mecanismos como a licença compulsória que o Brasil fez em 2007, que a Malásia recentemente fez pro medicamento da hepatite C. Então, tem várias coisas que implicam numa melhoria que impacta no preço, na verdade."
Ainda no Unaids, Mariângela Simão ajudou a fortalecer as políticas de promoção de genéricos no Programa Conjunto da ONU.
Antes de chegar a Genebra, a médica trabalhou no Ministério da Saúde do Brasil na área de HIV/Aids promovendo acesso universal no Sistema Único de Saúde a pacientes soropositivos.
A nova diretora-geral assistente disse que irá trabalhar também com os países de língua portuguesa na África, uma das prioridades da agência da ONU.
Monica Grayley
ONU News