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O programa desta quinta-feira (9/2) traz novamente as mulheres e meninas para o centro do debate sobre o reconhecimento e a atuação do gênero na ciência, um tema já incorporado às pautas fundamentais do Canal Saúde, que merece discussão, atualização e visibilidade permanentes.
Soma-se, desta forma, esforços para seguir com o propósito do Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 11 de fevereiro de 2015. Além de valorizar o legado deixado por cientistas de todo mundo que não estão mais presentes e por todas que se mantêm em atividade, que nem sempre são conhecidas, sequer seus nomes, o objetivo é incentivar maior participação de mulheres no campo da ciência.
Hoje são 30% e 40% de mulheres cientistas no mundo e no Brasil, respectivamente. E as que se interessam pela pesquisa científica e alcançam resultados significativos em suas carreiras ganham menos do que homens na mesma posição. A realidade é ainda mais difícil para mulheres negras e pobres.
Foi o caso da química industrial, pesquisadora do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz e presidente do Sindicato dos Servidores de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, Mychelle Alves. Ela apontou a dificuldade ainda maior para mulheres negras e de origem humilde, como ela, em acessar os meios de formação para a carreira científica e, ainda, de permanecer em instituições de ensino pela falta de dinheiro para o deslocamento para estudar. Mychelle é uma das entrevistadas no Sala de Convidados sobre a temática.
O programa ouviu também a doutora em Histórias das Ciências e da Saúde e coordenadora de Divulgação Científica da Fiocruz, Cristina Araripe, que conversou sobre os avanços alcançados pela fundação nesse campo, com a primeira mulher na presidência da instituição, Nísia Trindade Lima, hoje Ministra da Saúde, e com o papel da Fiocruz na luta pela equidade de gênero.
A apresentadora Yasmine Saboya estará ao vivo, no dia 9/2, das 11h às 12h, para o debate com outras mulheres, pesquisadoras, professoras e gestoras que também fazem a diferença. A conversa será com a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Cristiani Machado; a diretora da Fiocruz Bahia, Marilda Gonçalves; e a doutora em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professora do Departamento de Antropologia da Universidade do Norte do Texas, Karine Narahara.
Não perca e participe, você também é nossa (o) convidada (o)! Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis).
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