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O mercúrio é um metal pesado que em contato com organismos vivos em altos níveis pode causar intoxicações e levar à morte. Em poucas linhas já é o suficiente para entender a preocupação com o que vem acontecendo em comunidades indígenas como as Munduruku, no Médio Tapajos, no Pará. Quase todas as pessoas de três aldeias da etnia estão intoxicadas, com níveis de mercúrio no organismo acima do limite máximo considerado seguro por agências de saúde internacionais.
Mulheres e crianças são as mais vulneráveis. A alta concentração de mercúrio no corpo humano pode levar a alterações do sistema nervoso central, afetando a condição motora e cognitiva, revezes ainda maiores para os jovens. E traz consequências aos fetos, quando a mulher grávida está contaminada, causando malformações e retardo no desenvolvimento, entre outras complicações.
A Amazônia é alvo de desmatamento, queimadas e de garimpo ilegal. Hoje, estudos da Fundação Oswaldo Cruz, entre outras instituições de pesquisa, já comprovam a relação entre essas atividades com o aumento de mercúrio nos rios, na terra e nos alimentos, que traz resultados alarmantes à saúde dos povos que dependem dos recursos naturais para viver. O desmatamento e as queimadas liberam na atmosfera o mercúrio encontrado na natureza e o garimpo utiliza o mercúrio para separar o ouro de outros sedimentos.
A deflagração da contaminação por mercúrio reforça outras violências infligidas constantemente em Terras Indígenas (TI), como ilegalidade, falta de fiscalização, impunidade e degradações. O Sala de Convidados desta semana está repleto de entrevistas e imagens ilustrando o cenário preocupante que compromete a saúde e a perpetuação das gerações, tradições e da cultura dos povos originários.
Ainda no programa, a apresentadora Yasmine Saboya conversa ao vivo e a distância, nesta quinta-feira (19/5), das 11h às 12h, com o médico e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), Paulo Basta; o representante dos Professores Indígenas do Médio Tapajós, Honesio Munduruku; e o coordenador do Projeto Saúde e Alegria, Caetano Scannavino.
Você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
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