A PHP Error was encountered

Severity: 8192

Message: explode(): Passing null to parameter #2 ($string) of type string is deprecated

Filename: views/noticia-aberta.php

Line Number: 15

Backtrace:

File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/views/noticia-aberta.php
Line: 15
Function: explode

File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/controllers/Noticias.php
Line: 128
Function: view

File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/index.php
Line: 315
Function: require_once

Melhora no atendimento em saúde aumenta expectativa de vida e reduz mortalidade infantil

Notícias

Melhora no atendimento em saúde aumenta expectativa de vida e reduz mortalidade infantil [30/11/2012]



Melhora no atendimento em saúde aumenta expectativa de vida e reduz mortalidade infantil
Da redação do Jornal da Saúde com informações da Agência Brasil
Um levantamento do IBGE mostrou que a expectativa de vida do brasileiro aumentou ainda mais - subiu para 74,08 anos.  E a expansão do atendimento em saúde foi uma das principais responsáveis por isso.
A avaliação foi feita por especialistas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgaram nesta quinta-feira (29) indicadores sociais atualizados com base no Censo.
No ranking de países que mais avançaram no combate à mortalidade infantil, o Brasil aparece em quarto lugar, atrás apenas da Turquia, Peru e El Salvador. Aqui, as mortes passaram de 58 a cada mil nascidos vivos em 1990 para 16 a cada mil no ano passado, seperando as metas da ONU que estabeleciam que o país alcançasse a média de 19 óbitos por mil nascidos vivos até 2015.
Os pesquisadores do IBGE concordam que a melhora dos indicadores está ligada à ampliação dos serviços de saneamento nos domicílios – como tratamento de água e esgoto, que previne doenças como diarreia; além da ampliação da cobertura em saúde. Daqui para frente, no entanto, como o brasileiro vive cada vez menos em condições inadequadas, o atendimento em saúde será o diferencial.
“Todas as quedas que vão acontecer terão a ver com acompanhamento de saúde, assistência pré-natal – com a saúde pública em geral”, disse o coordenador de População e Indicadores Sociais do IBGE, Luiz Antônio Pinto de Oliveira. "As diferenças nos domicílios, embora existam, não têm mais aquele impacto que tinham, quando a mortalidade era muito alta”, reforçou.
O IBGE também mostra que na última década, em termos de gênero, os homens ganharam mais tempo de vida. Na última década, eles passaram a viver 3,8 anos a mais, contra 3,4 anos a mais, no caso das mulheres. A expectativa de vida deles é de 70,6 anos e 77,7 anos para as mulheres. Em números, segundo o IBGE não é que eles vivam mais, mas que morrem menos. “A mortalidade masculina sempre foi maior, esse aumento da taxa [de esperança de vida] se deve à redução da mortalidade de adultos jovens por causas violentas”, explicou o gerente da pesquisa.
Em geral, a esperança de vida ao nascer no país aumentou 3 meses e 21 dias em 2011, na comparação com 2010 e 3 anos e 7 meses, na comparação com 2000. Em 2013, o IBGE deve divulgar as taxas por cor/raça da população.
Edição online: Tina Szabados

Melhora no atendimento em saúde aumenta expectativa de vida e reduz mortalidade infantil

Um levantamento do IBGE mostrou que a expectativa de vida do brasileiro aumentou ainda mais - subiu para 74,08 anos. Expansão do atendimento em saúde seria uma das principais responsáveis.

__________________________________________________


Da redação do Jornal da Saúde
com informações da Agência Brasil

Um levantamento do IBGE mostrou que a expectativa de vida do brasileiro aumentou ainda mais - subiu para 74,08 anos.  E a expansão do atendimento em saúde foi uma das principais responsáveis por isso.

A avaliação foi feita por especialistas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgaram nesta quinta-feira (29) indicadores sociais atualizados com base no Censo.

No ranking de países que mais avançaram no combate à mortalidade infantil, o Brasil aparece em quarto lugar, atrás apenas da Turquia, Peru e El Salvador. Aqui, as mortes passaram de 58 a cada mil nascidos vivos em 1990 para 16 a cada mil no ano passado, seperando as metas da ONU que estabeleciam que o país alcançasse a média de 19 óbitos por mil nascidos vivos até 2015.

Os pesquisadores do IBGE concordam que a melhora dos indicadores está ligada à ampliação dos serviços de saneamento nos domicílios – como tratamento de água e esgoto, que previne doenças como diarreia; além da ampliação da cobertura em saúde. Daqui para frente, no entanto, como o brasileiro vive cada vez menos em condições inadequadas, o atendimento em saúde será o diferencial.

“Todas as quedas que vão acontecer terão a ver com acompanhamento de saúde, assistência pré-natal – com a saúde pública em geral”, disse o coordenador de População e Indicadores Sociais do IBGE, Luiz Antônio Pinto de Oliveira. "As diferenças nos domicílios, embora existam, não têm mais aquele impacto que tinham, quando a mortalidade era muito alta”, reforçou.

O IBGE também mostra que na última década, em termos de gênero, os homens ganharam mais tempo de vida. Na última década, eles passaram a viver 3,8 anos a mais, contra 3,4 anos a mais, no caso das mulheres. A expectativa de vida deles é de 70,6 anos e 77,7 anos para as mulheres. Em números, segundo o IBGE não é que eles vivam mais, mas que morrem menos. “A mortalidade masculina sempre foi maior, esse aumento da taxa [de esperança de vida] se deve à redução da mortalidade de adultos jovens por causas violentas”, explicou o gerente da pesquisa.

Em geral, a esperança de vida ao nascer no país aumentou 3 meses e 21 dias em 2011, na comparação com 2010 e 3 anos e 7 meses, na comparação com 2000. Em 2013, o IBGE deve divulgar as taxas por cor/raça da população.

Edição online: Tina Szabados

 
O Jornal da Saúde é um telejornal ao vivo. Exibido todo dia, às 13h. Reprise às 16h30 e às 18h30. Veja vídeos de nossas edições anteriores 

 Siga o Canal Saúde no Twitter e curta a nossa página no Facebook.