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O dia 18 de maio deve ser lembrado com muito apreço. Foi nessa data, no ano de 1987, que trabalhadores de saúde mental se reuniram e mobilizaram a participação social, inclusive de familiares de pacientes, para dar fim aos preconceitos que cercavam as doenças mentais. Um movimento antimanicomial, contra internações em hospitais psiquiátricos e violações aos direitos de pessoas que viviam com transtornos mentais. O encontro foi um marco e a data ficou instituída como Dia Nacional da Luta Antimanicomial.
O que se tem de registro é que o movimento antimanicomial começou na Itália com o médico psiquiatra Franco Basaglia, nos anos 1960. Os resultados positivos com pacientes dos hospitais que dirigiu em Gorizi e Trieste tornaram a abordagem de Basaglia recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e serviram como inspiração para outros países revisarem seus modelos tradicionais de tratamento psiquiátrico, com base em isolamento, internação, medicação exagerada, entre outros tratamentos abusivos e invasivos.
O Brasil foi um deles. Apesar de o movimento ter começado no final da década de 70 no país, o projeto de reforma psiquiátrica foi apresentado ao Congresso em 1989 e sua aprovação só se deu em 2001, com a Lei 10.216/2001, conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, Lei Antimanicomial e Lei Paulo Delgado, em referência ao deputado que apresentou o texto.
O tempo passou e vinte anos depois o que se observa de políticas públicas nacionais de atenção à saúde mental? O Sala de Convidados continua trazendo o tema para o debate, nessa trajetória ainda recente de avanços. Assista ao programa nesta quinta (26/5), das 11h às 12h, e conheça o Instituto Municipal Nise da Silveira, no Rio de Janeiro, além de acompanhar depoimentos de psiquiatras e outros profissionais de saúde mental. Conheça também o artista plástico Edson Luiz Antunes e sua história de transformação.
No estúdio, ao vivo, a apresentadora Yasmine Saboya conversa a distância com a psicóloga e assessora da direção do Instituto Municipal Nise da Silveira, Gisela Guannerini; a atriz e idealizadora do projeto Lugar de Cabeça Lugar de Corpo, Danielle Oliveira; e a coordenadora do Laboratório de Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/ Fiocruz), Ana Paula Guljor.
Você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
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