A PHP Error was encountered

Severity: 8192

Message: explode(): Passing null to parameter #2 ($string) of type string is deprecated

Filename: views/noticia-aberta.php

Line Number: 15

Backtrace:

File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/views/noticia-aberta.php
Line: 15
Function: explode

File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/controllers/Noticias.php
Line: 128
Function: view

File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/index.php
Line: 315
Function: require_once

Instituto Oswaldo Cruz e Fiocruz fazem testes com animais para verificar eficiência de vacina contra malária

Notícias

Instituto Oswaldo Cruz e Fiocruz fazem testes com animais para verificar eficiência de vacina contra malária [26/04/2012]



Instituto Oswaldo Cruz e Fiocruz fazem testes para verificar eficiência de vacina contra malária

As duas instituições representam o Centro de Referência do Ministério da Saúde para Malária Fora da Região Amazônica. Leia mais.

 


O Instituto Oswaldo Cruz e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) já estão testando em animais algumas formulações que poderão levar ao desenvolvimento de uma vacina contra a malária no Brasil. As duas instituições representam o Centro de Referência do Ministério da Saúde para Malária Fora da Região Amazônica. A Amazônia concentra entre 10% a 12% da população brasileira, 10% do Produto Interno Bruto (PIB) e 99,7% dos casos de malária registrados a cada ano no país.

“Passada essa fase [testes em animais], a ideia é entrar em ensaios clínicos”, disse hoje (25) à Agência Brasil o chefe do Laboratório de Pesquisa em Malária do Instituto Oswaldo Cruz, Cláudio Ribeiro. Segundo ele, os testes clínicos serão efetuados com voluntários, visando a verificar a inocuidade, ou seja, se a substância que vai ser injetada não faz mal a quem a recebe. Em seguida, os pesquisadores observam se há uma resposta imunológica do paciente e se essa resposta é forte o suficiente para proteger o indivíduo da infecção. “Aí, estaremos prontos para fazer ensaios em populações”.

Segundo Ribeiro, os pesquisadores querem chegar a uma vacina que protegeria ao mesmo tempo contra a malária e a febre amarela. Ele disss que, no entanto, embora venha despertando o interesse de várias instituições internacionais, no intuito de eliminá-la, a malária ainda pode ser considerada uma doença de pessoas negligenciadas. “Onde não tem dinheiro é que tem malária”, observou.

No Brasil, em 2011, foram registrados 263 mil casos contra 320 mil no ano anterior. E, de acordo com o  pesquisador, um fato que chama a atenção é a ocorrência de malária fora da área de transmissão, conforme divulgado pelo Programa Nacional de Controle da Malária do Ministério da Saúde. Ribeiro ressalta que a importância desse fato é que, embora sejam poucos casos, eles aparecem em lugares onde os médicos não veem comumente a doença. Daí, o diagnóstico, muitas vezes, não é considerado. “A malária, proporcionalmente, mata mais fora da região amazônica do que dentro”.

Ribeiro informou que indivíduos que têm a malária diagnosticada em cidades como o Rio de Janeiro, São Paulo ou Belo Horizonte, por exemplo, têm 60 vezes mais chance de vir a morrer, do que se a doença for diagnosticada na região amazônica. “Isso porque, aqui, o médico não pensa no diagnóstico e confunde a doença com dengue e outras síndromes febris”.

Por isso, a Fiocruz se preocupa em informar viajantes, turistas, militares e, em especial, médicos fora da região endêmica, que um episódio febril em alguém que volta de uma viagem a áreas de transmissão no Brasil, na Ásia e na África pode ser malária. “Isso pode salvar vidas”. É a chamada “malária do viajante”.

 

Fonte: Agência Brasil