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Falta de saneamento básico mina avanços no setor de saúde

Notícias

Falta de saneamento básico mina avanços no setor de saúde [06/07/2015]



Falta de saneamento básico mina avanços no setor de saúde
Relatório da OMS e do Unicef diz que 2,4 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a esse benefício
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A Organização Mundial da Saúde e o Fundo das Nações Unidas para a Infância alertam que a falta de saneamento básico para 2,4 bilhões de pessoas mina avanços no setor da saúde.
 
Segundo o relatório conjunto "Progresso sobre Saneamento e Água Potável: Atualização e Avaliação dos ODMs 2015", uma em cada três pessoas no mundo não tem acesso a esse tipo de benefício.
 
O documento diz ainda que quase 1 bilhão de pessoas fazem suas necessidades "a céu aberto".
 
O chefe dos programas globais de saneamento, água e higiene do Unicef, Sanjay Wijesekera, afirmou que "os dados mostram que o mundo precisa dar atenção às desigualdades como única forma de se atingir um progresso sustentável".
 
Ele explicou que até agora, "o modelo global avança primeiro com os mais ricos e só depois deles terem acesso é que a população mais pobre começa a se beneficiar do serviço".
 
Wijesekera declarou que se o "mundo quiser alcançar o acesso universal ao saneamento até 2030, é necessário garantir que os mais pobres começem a avançar imediatamente".
 
No caso da água potável, 2,6 bilhões de pessoas tiveram acesso ao bem natural desde 1990.
 
Segundo o relatório, 91% da população global têm acesso ao produto e o índice está aumentando.
 
O documento cita que na África Subsaariana, por exemplo, 427 milhões de pessoas agora têm acesso à agua potável, uma média de 47 mil pessoas por dia pelos últimos 25 anos.
 
A sobrevivência de crianças também registrou um grande avanço. Atualmente, menos de mil menores de cinco anos morrem por dia devido a diarreia causada pelo consumo de água imprópria, falta de saneamento e higiene.
 
Há 15 anos, mais de 2 mil crianças morriam no mundo por estes mesmos motivos.
 
Em relação ao saneamento básico, o mundo não conseguiu atingir a meta de acesso determinada pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em 2000.
 
Atualmente, apenas 68% da população do planeta utiliza banheiros, nove pontos percentuais abaixo da meta de 77%.
 
Como parte dos planos dos novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que serão implementados em setembro, a ONU quer acabar com a prática de fazer as necessidades a céu aberto até 2030, em todo o mundo.
 
Isso vai exigir que as taxas de redução atuais dobrem de velocidade, especialmente no Sul da Ásia e na África Subsaariana.
 
A OMS e o Unicef disseram que é importante aprender as lições deixadas pelo progresso desigual registrado entre 1990 e 2015 para que a nova agenda elimine as diferenças e alcance acesso universal à água e saneamento.
 
Edgard Júnior
 
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