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O cerrado está entre os cinco grandes biomas do Brasil, cobrindo cerca de 25% do território nacional. É o bioma mais antigo do país e o segundo maior da América do Sul. Mas ao contrário do que deveria ser, o cerrado está sob constante ameaça pela ação predatória de corporações que exploram irregularmente os territórios e destroem a vida dos povos que vivem ali.
Os povos do cerrado atuam como guardiões da savana mais biodiversa do planeta – o bioma agrega 5% da biodiversidade do mundo. São mais de 80 etnias indígenas, 1.500 comunidades quilombolas, entre outras comunidades tradicionais (ribeirinhos, vazanteiros, sertanejos, caipiras, beradeiros etc), que ocupam uma área que abrange 11 estados brasileiros (a maior concentração está na região central do país). Essas populações fazem parte da sociobiodiversidade do cerrado e estão há décadas resistindo de várias formas às violações de seus direitos e ameaças sofridas nos territórios.
A partir da denúncia de ecocídio em comunidades do cerrado brasileiro e a condenação do Estado Brasileiro e de empresas públicas e privadas pelo Tribunal Permanente dos Povos (TPP), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra assinaram um termo de cooperação internacional para dar visibilidade social ao problema e contribuir para a formulação de políticas de saúde e intersetoriais que os superem.
A cooperação resultou na pesquisa “Ecocídio e Globalização dos Cerrados Brasileiros: resistências e lutas dos povos e comunidades originários e tradicionais pelos direitos à saúde e à vida”, que teve sua primeira fase de ciclo de seminários e a segunda de pesquisa de campo concluídas até julho deste ano.
A equipe de reportagem do Sala de Convidados acompanhou, durante quase 15 dias, o trabalho de campo dos pesquisadores em duas comunidades, para investigar as condições de saúde dos moradores. Cocalino e Guerreiro fazem parte do território quilombola do Cerrado, a 44 km de Parnarama, município do Maranhão, divisa com o Piauí.
Além das reportagens, com imagens e depoimentos de moradores e pesquisadores, o Sala de Convidados terá o debate ao vivo sobre o tema, nesta quinta-feira (3/8), das 11h às 12h. A apresentadora Yasmine Saboya conversa com o coordenador do FIOProsas – Programa de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade da Fiocruz, Guilherme Franco Netto; a quilombola e representante das Mulheres Guerreiras da Resistência do Moquibom no Maranhão, Marli Borges da Silva; e o secretário de Políticas para Quilombolas, Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Povos de Terreiros e Ciganos, do Ministério da Igualdade Racial, Ronaldo Santos.
E você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o programa ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: quem tem o app do Canal Saúde baixado em um dispositivo móvel pode assistir aos programas em tempo real.
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