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A cannabis é uma planta cujas moléculas - centenas delas - são de interesse terapêutico. Sua espécie, Cannabis sativa L., originária da Ásia Central e cultivada em todo o mundo, é apontada em pesquisas modernas como um insumo natural capaz de tratar algumas doenças sem tantos efeitos colaterais, melhorando a qualidade de vida de pacientes. Mas há estigmas envolvendo a erva conhecida popularmente como maconha.
O debate em torno do uso medicinal da Cannabis ocorre há décadas. Em 2020, a Comissão de Drogas Narcóticas das Nações Unidas (CND/ONU) classificou a Cannabis como uma droga com menor potencial danoso. A nova definição da ONU é uma recomendação e não pode obrigar os países a mudarem suas leis acerca da substância.
No Brasil, atualmente, 25 produtos de Cannabis são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e somente para 12 tipos de doenças. A aprovação depende do cumprimento dos requisitos sanitários necessários e do pedido das empresas. Esse número reflete os interesses do setor privado diante do mercado brasileiro.
A legislação brasileira prevê o controle da planta e das substâncias derivadas da Cannabis, considerando o CBD (canabidiol) uma substância controlada e o THC uma substância proibida. O neurocientista Sidarta Ribeiro diz que a liberação do canabidiol demorou para acontecer. Segundo ele, o CBD não produz efeitos psicoativos, ao contrário, é uma substância calmante, que facilita o sono sem causar prostração e, quando administrada na dose adequada, é muito benigna.
Os medicamentos à base de canabidiol só podem ser adquiridos por importação, pela compra em farmácias, pelas associações canábicas e por meio de um autocultivo, mediante habeas corpus. Ou seja, ainda não é um tratamento democratizado, considerando o alto custo dos remédios e a falta de regulamentação do cultivo da cannabis. A boa notícia é que legislações recentes no Brasil pretendem promover o fornecimento dessas medicações pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A discussão é longa e precisa ser incansável. No Sala de Convidados desta quinta-feira, dia 14/12, das 11h às 12h, o debate será em torno dos benefícios do tratamento à base de canibidiol e dos entraves que ainda dificultam o acesso aos medicamentos com a substância. A apresentadora Yasmine Saboya vai conversar, ao vivo, com o médico clínico geral, Tércio Sousa; o coordenador-executivo do Programa Institucional Álcool, Crack e Outras Drogas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Francisco Netto; e o subsecretário de Promoção e Atenção Primária e Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ), Renato Cony.
E você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o programa ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis).
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