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Atividade física ajuda a retardar os efeito do Mal de Alzheimer, diz estudo
As pessoas que praticam atividade física regular, podem retardar em até 50 por cento o risco de desenvolvimento da doença de Alzheimer. Leia mais.
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Exercícios físicos moderados ajudam a controlar o Mal de Alzheimer. A afirmação é de um estudo feito por pesquisadores da Unesp, Universidade Estadual Paulista e divulgado no último sábado (5/05).
Atividades como musculação e exercícios aeróbicos foram incluídos como complemento no tratamento medicamentoso de pacientes com a doença desde 2006. Segundo o médico e pesquisador da Unesp, José Luiz Riani, as atividades mostraram melhoras consideráveis nos pacientes atendidos pela Universidade.
"Tivemos resposta positiva tanto na melhora cognitiva quanto comportamental. A doença de Alzheimer, além da dificuldade de memória, especialmente memória recente também tem alterações chamadas neuropsiquiátricas que são alterações do sono, apatia, sintomas depressivos. Nós temos observado melhora em todos esses sentidos", afirmou o pesquisador.
Além de retardar os efeitos do Alzheimer, os exercícios físicos também seriam indicados na prevenção à doença. Para a coordenadora da Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Elen Bernin, as pessoas que praticam atividade física regular, podem retardar em até 50 por cento o risco de desenvolvimento da doença de Alzheimer."
Além disso, exercícios para o cérebro com música e leitura - associados a uma boa alimentação, ajudariam a prevenir e retardar os distúrbios causados pela doença. As atividades físicas precisam ser contínuas e os exercícios devem ser orientados por um profissional capacitado como educador físico e com acompanhamento médico.
Edição: Tina Szabados
Com informações da Rádio Saúde