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Você sabia que a maior parte dos alimentos disponibilizados para o consumo da população brasileira é originada da produção da agricultura familiar? De acordo com o Censo Agropecuário de 2017, o último realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a realidade agrária do Brasil, 77% dos estabelecimentos agrícolas do país foram classificados como da agricultura familiar.
O levantamento apontava também que mais de 10 milhões de pessoas, entre pequenos agricultores rurais, povos e comunidades tradicionais, assentados da reforma agrária, pescadores, entre outros, trabalhavam na agricultura familiar em setembro de 2017, representando 67% do total de pessoas ocupadas na agropecuária. Um número alto que depende da própria terra para trabalho e moradia, compartilha com a família a gestão da propriedade e tem como principal fonte de renda a atividade agropecuária cuja diversidade produtiva é característica por aliar a produção de subsistência com a destinada ao mercado.
E como ficou a situação desses agricultores com a pandemia de Covid-19? Os períodos de safra de cada alimento passaram no auge da pandemia, plantações e árvores cheias de fruto não puderam ser aproveitadas para venda. Ainda foi necessário criar medidas de proteção contra o novo coronavírus para essas populações. Elas precisaram se manter isoladas e criar barreiras para impedir a entrada e as invasões em suas terras. O Sala de Convidados desta quinta-feira (1/10), das 11h às 12h, vai debater tudo isso e trazer o cenário atual do setor, após mais de sete meses de pandemia.
O programa é ao vivo e participarão a distância a médica da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares – Setor de Saúde do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Ceará (MST/CE) e mestranda em Políticas Públicas de Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)/ Brasília, Ana Paula Dias de Sá; o médico sanitarista da Fiocruz Brasília, Jorge Machado; e o sociólogo e coordenador de programas da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), Antônio Barbosa.
Participe do debate enviando perguntas e comentários antecipados ou no próprio dia, inclusive, durante o programa. Você também é nosso convidado.
Dicas importantes
O programa passou quinta-feira, mas continua ao vivo no mesmo horário, das 11h às 12h. Outra mudança importante é para quem assiste por meio de antena parabólica. O Canal Saúde está em nova frequência, 4085, e com novo symbol rate, 4400. É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
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