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Sarampo e Poliomielite são algumas das doenças eliminadas que voltaram a ameaçar países no Ocidente e Oriente. No Brasil, o sarampo, eliminado em 2016, voltou a registrar casos em 2018, tirando, em 2019, a certificação de país livre da doença recebida da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) três anos antes. De 2018 até o ano passado, foram mais de 40 mil casos registrados de sarampo no país. Recentemente, a poliomielite ressurgiu em alguns países asiáticos e traz alto risco de reintrodução da doença no Brasil, considerando a queda na cobertura vacinal contra a paralisia infantil, que ficou em 67,71% em 2021. A pólio, como é conhecida, também rendeu ao Brasil a certificação da OPAS de eliminação em 1994.
Apenas a vacina pode conter o retorno e o avanço de algumas doenças. O Ministério da Saúde acaba de divulgar que a cobertura vacinal em 2021 foi a mais baixa dos últimos seis anos, com 50,13% de vacinados com todas as doses de imunobiológicos disponíveis em campanhas. A meta de cobertura vacinal varia de acordo com indicadores que têm enfoque no risco.
O Sala de Convidados chama atenção à importância da vacinação para não se viver novamente cenários epidemiológicos deixados para trás. Esta é a única maneira de voltar a eliminar determinadas doenças com alto potencial de contágio e risco, ou até mesmo erradicá-las um dia, como é o caso da varíola.
A apresentadora Yasmine Saboya conversa ao vivo e a distância, nesta quinta-feira (12/5), das 11h às 12h, com a coordenadora da Assessoria Clínica de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Lourdes de Souza Maia; o presidente do Conselho de Secretarias Municipais do Rio de Janeiro (COSEMS) e Secretário Municipal de Saúde de Niterói, Rodrigo Oliveira; e a especialista em Imunização da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS/Brasil), Lely Stella Guzman Barreira.
Você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
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