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Passados 12 anos desde o último Censo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, em junho deste ano, os primeiros resultados do recenseamento demográfico de 2022. As estimativas são pouco precisas por ora, inclusive sobre a saúde cujos dados ainda estão sendo consolidados.
A falta de precisão se deu pelo atraso desde o último Censo, em 2010 (o levantamento é realizado a cada 10 anos). O adiamento aconteceu em 2020, em razão da pandemia de covid-19, e em 2021, por corte de verba. Dois anos de atraso causaram diferença entre previsão e resultado do censo, e ainda faltou a contagem populacional do meio da década, de acordo com o presidente substituto do IBGE, Cimar Azevedo.
O dado de destaque do Censo 2022 foi a menor taxa de crescimento anual da população (0,52%) desde o primeiro Censo do Brasil, em 1872. Hoje são 203 milhões de habitantes no país, apenas 12,3 milhões a mais do que o Censo anterior de 2010 e 4,7 milhões de habitantes a menos do que o projetado.
Depois da divulgação das informações gerais sobre população e domicílio, as próximas estão sendo por temas e acontecem em intervalos entre 15 e 20 dias. Já foram apresentadas informações sobre a população quilombola, que aparece pela primeira vez no levantamento censitário, e as populações indígenas. Ambas tiveram seus dados revelados e comemorados por jogarem luz às necessidades de políticas públicas direcionadas a esses grupos populacionais.
A importância do Censo e o que os dados parciais desta edição revelam sobre a saúde da população que vive no Brasil será alvo do debate, ao vivo, nesta quinta-feira (10/8), das 11h às 12h. A apresentadora Yasmine Saboya vai conversar com a demógrafa e professora da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE), Ana Carolina Bertho; a coordenadora do Censo de Povos e Comunidades Tradicionais do IBGE, Marta Antunes; e o diretor do Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Andrey Lemos.
E você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais e pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122. As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o programa ao vivo.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, o Canal Saúde está em nova frequência (4085) e com novo symbol rate (4400). É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: quem tem o app do Canal Saúde baixado em um dispositivo móvel pode assistir aos programas em tempo real.
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