Severity: 8192
Message: explode(): Passing null to parameter #2 ($string) of type string is deprecated
Filename: views/noticia-aberta.php
Line Number: 15
Backtrace:
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/views/noticia-aberta.php
Line: 15
Function: explode
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/application/controllers/Noticias.php
Line: 128
Function: view
File: /sites/producao/acervo.canalsaude/public/index.php
Line: 315
Function: require_once
O início da internet no Brasil se deu em 1988 pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), no Rio de Janeiro, e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). As instituições buscavam formas de permitir que pesquisadores brasileiros, ao retornarem de viagens aos Estados Unidos e Europa, mantivessem o acesso às novas tecnologias de comunicação com as quais tiveram contato no exterior. Era uma internet fechada entre centros de pesquisa do Brasil e dos Estados Unidos e depois também entre universidades brasileiras.
A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco-92, realizada em 1992 no Rio de janeiro, deu impulso às experimentações da internet no Brasil. Os participantes vindos do mundo todo demandavam uma conexão com a rede internacional. Nascia a primeira rede de internet no país, criada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) há 30 anos. Foi a oportunidade para o Brasil entrar diretamente na era da internet aberta.
Em 1995, a internet ganhou abertura comercial. A RNP, antes dedicada a conectar a comunidade acadêmica, passou a estender seus serviços de acesso a todos os setores da sociedade junto com a Embratel. Foi o início da popularização da internet no Brasil. Popularização que tem seus limites até hoje pelas desigualdades sociais e entre as regiões do país.
No Sala de Convidados, desta quinta-feira (28/7), das 11h às 12h, a apresentadora Ellen Paes vai conversar, ao vivo e a distância, com o diretor-executivo do Instituto NUPEF (Núcleo de Pesquisas, Estudos e Formação), Carlos Afonso; a advogada e membro da Coalizão Direitos na Rede, Flávia Lefèvre; e o diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.BR), Demi Getschko.
E você também é nosso convidado. Aproveite para esclarecer dúvidas enviando perguntas e comentários pelas redes sociais, pelo whatsapp do Canal Saúde (21) 99701-8122 e pelo 0800 701 8122 (ligação gratuita). As participações podem ser antecipadas ou encaminhadas durante o ao vivo.
Sobre o Sala de Convidados
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde, e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia, com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
Como assistir
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 1.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique em Assista Agora na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.
Dica importante
Para quem assiste por meio de antena parabólica, a frequência do Canal Saúde é 4085 e o symbol rate 4400. É necessário ajustar o receptor da parabólica nessas configurações para sintonizar o canal.
www.facebook.com/canalsaudeoficial
www.instagram.com/canalsaudeoficial
www.youtube.com/canalsaudeoficial
Mais informações: (21) 99701-8122 (WhatsApp); canal@fiocruz.br